Mostrando postagens com marcador C - Noticias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador C - Noticias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Os sete mitos sobre o profissional de TI

Por Dave Willmer:

A evolução do setor levou à criação de um comportamento padrão, mas que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso na carreira.

As peculiaridades do mercado de tecnologia impactaram diretamente nos requisitos para quem atua no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos.

A adesão cega a esse comportamento padrão de TI, no entanto, pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe sete mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:

1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso. Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.

Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.

2 – Busque a especialização. O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.

Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de atuar em projetos ou em áreas que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.

3 – Agarre qualquer nova responsabilidade. A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento.

Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.

4 – Sempre busque promoções. É fácil se deslumbrar com um cargo mais pomposo ou um salário mais alto, mas antes de aceitar uma promoção é bom considerar todos os impactos da mudança, incluindo o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.

5 – Quanto mais certificações, melhor. O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.

A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.

6 – Acima de tudo, impressione o chefe. A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.

O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.

7 – Seja discreto. O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira. Relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.

Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.

*Dave Willmer é diretor-executivo da divisão de tecnologia da operação norte-americana da Robert Half
acessado às 15h10 horário de Brasilia.
 
fonte:  CIO

domingo, 18 de novembro de 2012

Estatística Incidentes Segurança da Informação Cert.br - 3º Trimestre 2012



O Cert.br (Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança do Brasil) divulgou os dados referentes à estatística de incidentes do 3º trimestre de 2012. As informações não são muito animadoras 82,42% dos ataques reportados tem origem do Brasil.

Todos os itens apontados pela estatística demonstra crescimento referente ao mesmo trimestre em 2011. Vamos ver alguns apontamentos:

Tentativa de Fraudes – cresceram 78%;

Páginas Falsas – crescimento 86% (nesta categoria o phishing representa mais de 50% dos incidentes reportados);

Cavalo de Tróia – aumento de 34%;

Computadores comprometidos – crescimento de 100 vezes referente ao mesmo período de 2011;

Varredura de código malicioso – aumento de 192%.

Quando falamos do assunto phishing o CGI. Br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) percebendo a grande tendência de aumento desta ameaça orientou que provedores de e-mail façam o bloqueio da porta 25 para SMTP, passando trabalhar apenas com a porta 587. Está previsto o término da migração até o final de 2012.

A porta 587 exige a autenticação para envio de e-mails, assim mitigando spams e phishing. Portanto, fiquem atentos as informações para reconfiguração passada pelo seu provedor de e-mail.
Tratando da varredura de código malicioso ainda apresenta-se um número surpreendente, como este tipo de ataque tem por finalidade apenas encontrar futuros alvos cabe a nos preocupar como se encontra as configurações de nossos firewalls e hardenização de nossos servidores. Aqui está a parte que depende do especialista de segurança da informação.
Também vale o especialista de Segurança da Informação conscientizar os usuários de sua responsabilidade sobre as páginas falsas que ainda é um destaque na estatística. Grandes partes destas páginas são referente ao sistema financeiro, fato explicado ao dinheiro que trafega através delas.
Vendo estes dados entendo que temos que fazer a nossa parte para tirar o Brasil da classificação de um dos países mais vulneráveis do mundo.
Cabe aqui também um questionamento: “Quando as empresas vão realmente ter cultura de segurança da informação? Quando vão segregar o núcleo de Segurança da Informação do Departamento de Tecnologia, assim podendo estar em posição estratégica para auditar as tecnologias?”

Fonte: IT Web

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fique atento: temporada de golpes no período de ferias!


Truques mais conhecidos foram listados pela McAfee estão no relatório '12 golpes de Natal'. Muitos são apenas novas versões de scams antigos.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cinco previsoes de seguranca digital para 2013



Fonte:  TechLider

Um levantamento feito pela Norton, Symantec, mostra as 5 previsões de segurança digital para 2013. Dentro deste levantamento, realizado com a equipe da comunidade internacional de segurança da companhia, e o seu time de especialistas de Consumo, o “Ransomware”, foi apontado como o mais novo golpe online, com estimativas de movimentar globalmente mais de US$ 5 milhões por ano.
Nesta descoberta, os cibercriminosos bloqueiam o computador utilizando o software mal-
intencionado e oferecem uma taxa de resgate para desbloqueá-lo. Essa ameaça deverá se tornar uma fonte cada vez mais lucrativa para criminosos digitais.

Além disso, a empresa de segurança também identificou como tendências o crescimento dos golpes ligados às redes sociais, o aumento de crimes virtuais envolvendo plataformas de pagamentos e o desenvolvimento de formas mais agressivas de madwares (malwares para dispositivos móveis).




Leia a matéria na integra clicando AQUI!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mercado do Futuro - RFID

Tecnologia já temos, é uma questão de tempo, "pouco tempo!"
Assistam ao video: Mercado do Futuro - RFID

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A ameaça vem de dentro

 

Não há mais para onde correr: ameaças de segurança em ambientes corporativos podem ser tanto externas quanto internas. De fato, as brechas de origem de dentro da empresa já correspondem a quase metade das ocorrências em serviços financeiros, segundo recente pesquisa da firma norte-americana Verizon Business. Não significa, porém, que as instituições estejam preparadas. No mesmo escopo, apenas 34% dos executivos sênior de segurança estão confiantes de uma blindagem em relação a ameaças internas, segundo o estudo "2010 Financial Services Global Security Survey", da também americana Deloitte.

Continue lendo em: DecisionReport

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Descontrole interno e des-governança de TI



É muito interessante saber que muitos especialistas vêm escrevendo sobre governança de TI, mas quando visitamos as empresas ou até mesmo em sala de aula, apresentamos alguns fatos, possibilidades de controles, riscos e gestão de TI, mas ainda me surpreendo, e negativamente com os problemas apresentados.

O mais engraçado, se é que podemos achar graça [...]
Continue lendo em Techlider

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Segurança da geração que voa na Nuvem

Por Paulo Sergio Pagliusi A geração Y engloba os nascidos entre 1980 e 2000. É composta por uma juventude multitarefa e arrojada, que respira tecnologia em tudo o que vê e faz. São velozes e querem tudo muito mais rápido. Além disto, são impulsivos, impacientes, ansiosos e intensos. Na opinião deste autor, o mundo já [...]
 

Continue lendo em Techlider

terça-feira, 5 de julho de 2011

Crimes eletrônicos na mira da Lei?


Julia Zillig 04/07/2011

Após quase 12 anos, um dos projetos de lei mais comentados no país deve sair do papel em 2011. Trata-se do PL 84/99, do senador Eduardo Azeredo, que trata das punições para os crimes eletrônicos. Segundo Rafael Loschiavo, advogado especializado em Direito Digital do Patricia Peck Advogados, que vem acompanhando o projeto há vários anos, há uma expectativa positiva de aprovação da lei nos próximos meses.

“A Câmara dos Deputados já se prontificou a fazer uma audiência pública. O projeto ainda está vivenciando um momento de discussão a respeito de alguns pontos.” Em outros países, esse tipo de lei já existe. “Já ficou vergonhoso para o Brasil, pelo seu alto grau de crescimento, ainda não ter uma lei específica para punir esse tipo de crime”, acresenta.

Ao longo dos anos, o projeto de lei perdeu alguns elementos, segundo Loschiavo. Um deles foi a regulamentação dos profissionais que trabalham com Segurança da Informação, especialistas em desenvolvimento de antivirus, regras sobre cadastro de usuários, além de pontos ligados ao registro de conexão e do chamado “provedor dedo duro”.

“Muitas dessas mudanças são mais supressões de trechos contraditórios ou linguagem complexa. Retiraram os termos de ‘dispositivo de comunicação’ e ‘rede de computadores’ que constavam em vários artigos do projeto, por questões relacionadas à modificação de hardware. Por exemplo, se o consumidor destravasse seu videogame poderia ser considerado criminoso”, explica.

Para ele, ainda vai demandar algum tempo até que sejam consolidados alguns conceitos do projeto de lei. “Criar tipos penais ajudaria muito para avaliar invasões de sistema de informação, pixação de sites, entre outras. Algumas atividades criminais conseguem ser encaixadas no projeto de lei, como estelionato aplicado no Internet Banking, mas existem outras que esperam ser resolvidas pelo marco civil”, diz o advogado.

Na visão do especialista, um dos pontos preocupantes do projeto de lei é o acesso aos dados de provedores obtidos mediante requerimento judicial. “Hoje existe um acordo de cavalheiros entre os provedores e o meio jurídico. Com uma mera notificação, o provedor já fornece alguns dados como tráfego, IP, entre outros. Com o texto atual, isso se torna complicado, o que pode causar demora nesse acesso e trazer um grande prejuízo para as investigações”, afirma Loschiavo.

Lei obsoleta
Como lidar com o mercado de Segurança da Informação, Loschiavo acredita que, apesar do projeto de lei estar alinhado à realidade, existe a possibilidade dele ser desatualizado em pouco tempo. “A cada dia surgem novas questões de segurança”, diz. Atualmente, as práticas mais comuns são o fishing, e-mail que contém um link malicioso que, ao ser acessado pelo internauta, rouba seus dados, e pode circular inclusive pelas redes sociais. “As pessoas ainda são ingênuas no que diz respeito à utilização da internet”, aponta o advogado.

Outro problema está ligado ao crime contra a honra. “Nunca se falou tanto nisso. Processos por i
njúria ou difamação acabam ocorrendo porque essas ações estão documentadas na própria internet, via rede sociais ou outros meios, que acabam sendo absorvidos também pela lei civil”, explica.

O apoio dos cidadãos à futura lei é algo fundamental, na visão de Loschiavo. “O projeto de lei é um grande avanço, mas ao mesmo tempo os cidadãos devem ser prudentes no uso da internet. Tanto eles quanto as empresas precisam fazer a sua parte. Os primeiros devem evitar clicar em links desconhecidos e as companhias devem continuar investindo em segurança da Informação, ou seja, cada vez mais estarem preparadas para fazer o seu armazenamento e ter a prova concreta em caso de fraudes”, finaliza.

Fonte: Decision Report

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Por uma informação mais segura

Empresas estão mais preocupadas com a vulnerabilidade de dados, revela pesquisa da PwC

Por Ricardo Lacerda

As empresas estão cada vez mais preocupadas com a proteção de dados importantes. É o que revela a edição 2011 da “Pesquisa Global de Segurança da Informação”, divulgada recentemente pela PwC. Entre os 12,8 mil entrevistados, 52% afirmam que a organização para a qual trabalham irá aumentar os investimentos em segurança da informação no próximo ano. “É uma excelente notícia. Essa resposta nunca foi tão expressiva”, garante Ricardo Dastis, gerente executivo da PwC para a área de consultoria em segurança da informação na região sul. No Brasil, o a preocupação é ainda maior. Tanto que 66% dos executivos disseram que suas empresas devem incrementar os aportes nos próximos 12 meses. “É uma preocupação que foi para a pauta das áreas de negócio das empresas”, diz Dastis. Segundo ele, as turbulências na economia global geraram uma uma demanda reprimida, que só agora começa a ser retomada.

Pouco tempo atrás, a segurança da informação era vista como algo secundário. Hoje, a realidade mudou – tanto, que as áreas de TI têm conseguido preservar projetos em meio às reduções de custos demandadas pela crise. “Antes, os executivos tinham que justificar qualquer investimento em sistemas de informação, defender uma ideia e ir atrás dos recursos – e ainda corria o sério risco de ser cortado”, lembra Dastis. Uma das razões para que o “moral da segurança da informação” crescesse tem a ver com uma quebra de paradigma: hoje, a proteção de dados é vista como um forte aliado em qualquer negócio. “O público interno também tem se envolvido mais com essas demandas. As áreas de negócio que mais se destacam pedem atenção especial à segurança e buscam soluções. Não são mais simples pontos técnicos”, afirma Dastis.

Entre os resultados da pesquisa, destaque para o item que diz respeito à vulnerabilidade da informação no relacionamento com empresas terceirizadas e fornecedores. “Até que ponto a área de segurança deve atuar com mais vigor, exigindo que os parceiros sigam as práticas, os processos e controles de sua empresa? Essa preocupação é crescente”, assegura Ricardo Dastis. Na questão “seus parceiros sofreram com a crise?”, o índice de respostas positivas saltou de 43%, em 2010, para 52% na versão 2011.

fonte: PWC

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Vírus 'Zombie' infecta 1 milhão de celulares na China!


Mais de um milhão de chineses tiveram o telefone celular infectado por um vírus apelidado de “Zombie” na semana passada. A ameaça, segundo o site ''Shangay Daily'', se propaga por meio de mensagens SMS que são enviadas automaticamente para os contatos do aparelho.

Segundo o Centro de Emergência Computacional da China, depois de infectados, os celulares são controlados remotamente por hackers que os programam para propagar links de download de games e outros aplicativos, aumentando assim a receita dos desenvolvedores.

O prejuízo com o ataque é estimado em dois milhões de Yuans por dia, o equivalente a US$ 300 mil, entre mensagens enviadas e megabytes utilizados para baixar o vírus. O Diretor do Centro de Emergência computacional da China, Zhou Yonglin, diz ser difícil achar os responsáveis, mas alega estar trabalhando para minimizar os prejuízos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Kris Lovejoy fala sobre segurança



Acesse o Blog para assitir ao video.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quase 80% das adolescentes estão vulneráveis na internet, aponta estudo

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 23 de setembro de 2010 às 08h30
Atualizada em 23 de setembro de 2010 às 08h54

Levantamento realizado pela CPP Brasil revela que apenas um terço sabe como denunciar uma situação de perigo online. 
 
Levantamento realizado pela CPP Brasil (Parceria para a Proteção da Criança e do Adolescente) revela que quase 80% das adolescentes não se sentem seguras na internet, mesmo estando cientes dos perigos. E pior: apenas um terço sabe como denunciar uma situação de perigo online.

O estudo é parte da publicação internacional da ONG Plan "Fronteiras Digitais e Urbanas: Meninas em um ambiente em transformação" ("Digital and Urban Frontiers: Girls in a Changing Landscape").

O documento é um retrato de como as tecnologias de comunicação e informação (TICs) têm impactado a vida das jovens em todo o mundo, bem como os riscos a que elas se expõem nesse ambiente.

Os principais pontos da pesquisa no Brasil são:
  • 84% das meninas possuem um celular;
  • 60% disseram saber sobre os perigos online;
  • 82% já utilizaram a Internet e 27% disseram estar sempre online;
  • Quanto mais conhecimento e consciência elas têm sobre as TICs, maior o grau de segurança que sentem online;
  • 79% das meninas disseram que não se sentiam seguras na internet;
  • Quase metades das meninas que responderam à pesquisa afirmaram que seus pais sabem o que elas acessam;
  • Somente um terço sabe como relatar um perigo na web;
  • Quase 50% das meninas disseram que gostariam de encontrar pessoalmente alguém que tenham conhecido online.

Leia a matéria na integra em IDGNow

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Caixa de entrada: onde mora o perigo


A utilização inadequada do servidor de e-mails pode ser a porta de entrada para as mais diversas "pragas" virtuais. Hoje em dia, alguns tipos de vírus e de trojans são pouco perto do que se pode encontrar em um correio eletrônico mal protegido. Na maioria das vezes, a inabilidade do usuário é a principal causa. Não são raras as pessoas que divulgam aleatoriamente seus endereços de e-mails, ou retransmitem mensagens em massa como piadas, fotos, correntes e outros sem utilizar a opção "cópia oculta", expondo os dados de contato de centenas de pessoas.

Outra maneira de pulverizar dados pessoais na web é através de formulários de websites, onde, aparentemente, há algo de interesse de quem navega. Dessa forma, outro sem número de e-mails são copiados e incluídos em listas que são vendidas pela internet e, até mesmo, nas ruas. Esse tipo de ação é considerada ilegal, no entanto, costuma ser praticada indiscriminadamente pelos criminosos do cyber espaço.

Os golpes virtuais utilizam-se de duas armas para atrair os usuários: aguçar a curiosidade e oferecer benefícios. Quem nunca recebeu e-mails com a oferta de algo que realmente estava querendo? Como é possível, coincidência? Ocorre que, quando acessamos um site e navegamos por ele sem ter conhecimento de sua "política de privacidade", concordamos, muitas vezes ingenuamente, com os métodos de obtenção de informações desse web site.

A política de privacidade e de uso de dados contém informações que todo usuário deve saber antes de postar qualquer informação. Mas, na prática, o que acontece é justamente o contrário. Navegamos e "clicamos" em tudo o que nos interessa sem critério e, quando percerbemos, nossos e-mails estão em uma lista para o recebimento de mala direta e, pior, ficamos abertos para qualquer outro tipo de conteúdo.

O código de e-mail marketing estabelece que as bases de e-mails devem ser opt-in ou soft opt-in. Ou seja, os destinatários devem ter solicitado o recebimento das mensagens enviadas (opt-in) ou o remetente deve ter uma relação comercial ou social já estabelecida com o destinatário e passível de comprovação (soft opt-in). Do contrário, o recebimento desses e-mails é ilegal, e as mensagens não devem ser abertas, porém, essa regra raramente é respeitada.

Para evitar dissabores, o segredo é a informação. É preciso estar muito atento aos detalhes, pois são eles que levam o internauta despreparado a uma cadeia de situações que normalmente resultam em golpes. Ainda mais importante do que ser ter a informação é saber usá-la de forma correta. Faça a experiência e verá como seu PC, ou até mesmo uma rede inteira ficarão muito mais protegidos!

Fonte: Trustsign
Sobre o Autor:
Marisa Viana é gerente comercial da TrustSign, empresa especializada em segurança da informação.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Seis Mitos da Governança Corporativa

O CEB (Corporate Executive Board) divulgou recentemente um artigo bastante interessante sobre os Seis Mitos da Governança Corporativa. Segundo o artigo, a Governança Corporativa deve ser revisada constantemente. As recessões em alguns países têm impulsionado um aumento no comportamento fraudulento, aumentando os desafios dos executivos em melhorar a detecção e táticas de mitigação. Os seis mitos resumem as soluções mais comentadas pelos gestores.

Mito 1: Você não pode esperar um retorno sobre os investimentos em Governança Corporativa

Realidade: Embora muitas empresas vejam os investimentos em Governança Corporativa como despesas obrigatórias, poucas percebem que podem obter retornos significativos, direto ou indiretamente.

Fato: Na Ásia e na América Latina os investidores pagam um ágio médio de 22% para as empresas com boa Governança Corporativa. Além disso, empresas com boa Governança Corporativa recebem melhores avaliações de crédito e taxas de juros.

O que fazer: Não visualize os investimentos em Governança Corporativa como um mal necessário, mas sim como uma oportunidade de mitigar os riscos, melhorar a imagem da empresa e gerar retornos positivos para a organização.

Mito 2: Liderança ética se traduz em boas práticas de Governança

Realidade: Embora seja importante que a administração mantenha os mais altos padrões éticos, é preciso perceber que a maioria das fraudes de menor escala ocorrem entre os colaboradores da área operacional. Isso pode afetar o fluxo de caixa podendo ter consequências devastadoras para o mercado e órgãos regulamentadores.

Fato: Despesas relacionadas com fraudes e outros conflitos de interesse por parte dos trabalhos de nível operacional são menos propensas de serem divulgados, embora 83% dos colaboradores duvidarem da ética profissional de seus colegas. São estimados que 60% a 80% das más condutas financeira não são identificadas.

O que fazer: Implementar controles a nível de entidade (ELC - Entity Level Controls) e controles internos para estabelecer níveis de padrões éticos para a área operacional. Isso envolve conscientização ética rigorosa em todos os níveis organizacionais, capacitando principalmente os gerentes de nível intermediário para atuar como defensores da ética em suas equipes.

Mito 3: Treinamento e divulgação sobre a conduta ética da empresa cria uma boa cultura de governança.

Realidade: A maioria das empresas não consegue estabelecer uma cultura de ética nas organizações.

Fato: Quase 90% das empresas medem o sucesso da conduta ética dos colaboradores através dos treinamentos. Porém, isso não comprova se os colaboradores estão agindo no dia-a-dia conforme a conduta ética.

O que fazer: Medir o sucesso da conduta ética por meio de mudanças comportamentais. Os treinamentos sobre a conduta ética devem ser personalizados para cada nível/área organizacional, aplicando cenários reais ao dia-a-dia do colaborador.

Mito 4: Conformidade com órgãos reguladores garante uma boa governança

Realidade: As empresas não podem achar que estar em compliance ou em conformidade com os órgãos reguladores é garantia que existe uma boa governança.

Fato: Muitas fraudes são cometidas por colaboradores de empresas que cumprem todos os regulamentos necessários.

O que fazer: Não espere que as leis e regulamentações se tornem mais rigorosas para que sua organização tenha uma melhor governança corporativa. Esteja sempre em conformidade com as melhores práticas e padrões, dessa forma sua organização estará à frente das mudanças.

Mito 5: Comitê de Auditoria é o meio mais importante para fortalecer a governança corporativa

Realidade: O Comitê de Auditoria normalmente assume a culpa pelas falhas de governança apesar de o board não definir o escopo do Comitê de Auditoria e apoiar com os processos corretos.

Fato: As responsabilidades dos comitês de auditoria são raramente definidas e normalmente o comitê se torna o responsável pela gestão dos riscos para o board. Isso impede a fiscalização sobre a governança e aumenta o risco de fraude.

O que fazer: Formalizar a responsabilidade do Comitê de Auditoria, os papéis dos membros, o calendário e resultados das reuniões, tornando os mesmos públicos para a confiança do mercado.

Mito 6: Um forte sistema de Gestão de Fraude é a forma mais importante de registro de má conduta

Realidade: Criação de controles e sistemas de detecção de fraudes, embora importantes, não são suficientes para reduzir a má conduta. Para construir um sistema eficaz de governança, as empresas devem criar uma cultura de ‘speaking-up’ em que os empregados denunciam as más condutas sem medo de retaliação.

Fato: De acordo com o relatório de 2010 da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners), as denúncias realizadas pelos funcionários foram fundamentais para o esclarecimento de 47% dos casos de fraudes, que é mais do que todas as outras ferramentas de gestão de fraudes (16% auditoria interna; 4% análise de documentos; 1,5% controles de TI).

O que fazer: fortalecer o compromisso de integridade, demonstração de justiça organizacional e aumentar a cultura de utilizar o canal de denúncia.

fonte: GRC news - Governança, Riscos e Compliance

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

10 segredos para resolver problemas em TI



Por Computerworld/EUA
Publicada em 07 de outubro de 2010 às 09h00

As atitudes dos profissionais são tão importantes quanto os conhecimentos técnicos na hora de resolver indisponibilidades e problemas.
 
Não importa quão profundo sejam os conhecimentos técnicos de uma equipe de TI. Sem metodologia adequada, a solução de problemas torna-se um processo muito mais complicado.
 
O CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA, John Halamka, baseou-se em sua experiência para elaborar uma lista com os 10 principais segredos para resolver os problemas com rapidez e experiência.

Veja a matéria na integra com a lista dos segredos aqui no site da IDGNow

terça-feira, 28 de setembro de 2010

6 erros no Facebook e no Twitter que podem custar seu emprego

Por CSO/EUA


Publicada em 28 de setembro de 2010 às 08h00
 
Zelosas por sua imagem e segurança, as empresas estão cada vez mais de olho no que funcionários e candidatos publicam nas redes sociais.
 
Travis Megale está feliz com seu emprego. Usuário habitual do Facebook, ele sabe como usar o site de forma apropriada e o que não dizer nem publicar. Infelizmente, muitos usuários do Facebook não pensam assim – e as demissões causadas por comportamento inadequado na rede social parecem ganhar cada vez mais manchetes.
 
Uma pesquisa recente da empresa de segurança de e-mail Proofpoint revelou que 7% das organizações já demitiram um empregado por causa de sua atividade em sites de mídia social. Outros 20% disseram que, por causa das redes sociais, empregados tiveram de ser advertidos. São estatísticas como essas que inspirou Megale a criar um grupo no Facebook, intitulado “Fired because of Facebook” (demitido por causa do Facebook).


Leia a matéria na integra em: IDGNow
Fonte: IDGNOW
Matéria encaminhada por meu amigo Leandro Bezerra.
Obrigado pela colaboração!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O perigo que vem das redes sociais

Engenharia Social. O nome é até bonito, mas está entre os maiores problemas das áreas de TI. O termo preocupa os CIOs, pois trata-se de práticas de má índole utilizadas para obter acesso a dados importantes, realizar invasões e até roubos de identidades. Com o avanço das redes sociais, a prática ficou ainda mais frequente, pois a atividade utiliza a interação humana e desenvolve a habilidade de enganar pessoas com o objetivo de violar os procedimentos de segurança dos sistemas computacionais.

Um estudo da IBM no mercado confirma que as redes sociais já são acessadas no trabalho para prover a interação entre empresas, clientes e parceiros de negócios. A mesma pesquisa apontou que, até 2012, o número de internautas em redes sociais ultrapassará 800 milhões. Vai ficar cada vez mais difícil para uma companhia acompanhar todo o conteúdo que entra e que sai da sua rede.

Leia a matéria na integra aqui: Imasters

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Segurança da informação é a principal preocupação das empresas, segundo pesquisa

Entrevista com Denny Roger, fundador da EPSEC, empresa especializada em segurança da informação, e membro do ABNT/CB21, Comitê Brasileiro sobre as normas de gestão de segurança da informação.

Ouça a reportagem aqui: Rádio CBN