segunda-feira, 7 de junho de 2010

Como controlar terceirização?

por Marcos Assi*

Quando questionamos as empresas sobre terceirização (também conhecido como outsourcing), evidenciamos que já é uma prática inerente ao mundo corporativo que, com certeza, visa à redução de custos e, em alguns casos, aumento da qualidade dos serviços. Mas será verdade?

As grandes e médias corporações têm se utilizado – e muito – deste artifício, tais como as empresas de telecomunicações, mineração, indústrias, instituições financeiras etc.

Acreditamos que a prática pode representar algumas vantagens, porém a terceirização de serviços deve ser realizada com muita cautela, pois uma má gestão do conceito pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra — exemplo maior são algumas reclamações no Procon ou até mesmo nas agências reguladoras que provem de áreas terceirizadas pela organização.

A atenção na contratação involuntária de pessoas inadequadas para as atividades oferecidas podem causar riscos de imagem e de reputação, além de perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados. E tem algo que poucos atentaram também, que é a segurança da informação.

Mas quem controla o terceiro? E as atividades exercidas, quem valida? Um relatório semanal de posicionamento de atividades já ajuda. Em algumas empresas, um terceiro contratado para um projeto de seis meses pode ficar cerca de quatro anos trabalhando nesta companhia se o projeto não tiver um fim determinado. Dá para imaginar o tamanho dos riscos envolvidos?

O processo de terceirização em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, como a redução de custos, procura por profissionais especializados para transferência de conhecimento (know how) e, principalmente, o foco na sua atividade-fim. E antes de contratar um terceiro a empresa necessita identificar qual atividade será exercida, pois para as atividades-fins da empresa deve consultar as convenções coletivas, para saber se permitem ou não a terceirização.

Muitas empresas tentaram atrelar a terceirização à redução de custos, mas geralmente não é isto que acontece. Ela necessita estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais revelarão em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios, sem contar com as obrigações trabalhistas e operacionais.

O que não se deve terceirizar? A princípio não se terceiriza a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e, principalmente, o seu diferencial competitivo. Lembre-se, é o nome de sua empresa que aparece na transação.

* Marcos Assi é professor da Saint Paul Escola de Negócios e coordenador e professor do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, e autor do livro “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” (Saint Paul Editora). Consultor de Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria.
 
Fonte:

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Impacto da Tecnologia nas Pequenas Empresas

Prezados Leitores,

Abaixo publico um artigo da advogada Patrícia Peck Pinheiro.
Advogada especialista em Direito Digital, sócia fundadora do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados (PPP Advogados), http://www.pppadvogados.com.br/.
Ótima fonte de conhecimento na área de direito digital.
 
Denilson Barbosa ®
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Cada vez mais as empresas sentem necessidade de investir em recursos de TI. Mas será que o pequeno empresário sabe contratar tecnologia sem ficar refém do fornecedor? Os contratos estão amarrados a acordos de nível de serviço?
Para saber mais, leia o artigo publicado pela Dra. Patricia Peck Pinheiro, na Revista PartnerSales, no link abaixo.

Documento Referência (Documento em .PDF)

Pense antes de digitar !!!

  • Procure por sites https (o “s” significa segurança) 
  • Um cadeado fechado também significa segurança 
  • Existem sinais de que o site seja confiável?
Para iniciantes, antes de digitar dados confidenciais em um formulário ou página da Web, procure duas coisas:

1. Sinais de que o site usa criptografia de dados:

https (“s” significa segurança). 

Um cadeado fechado. Deve estar ao lado do endereço da Web, ou no canto direito inferior da janela.

2. Sinais de um site confiável, como a barra de endereços verde no Windows® Internet Explorer®.

Esta é a primeira estratégia para proteger informações confidenciais. Outra precaução que pode ser tomada é pensar antes de clicar.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

As vulnerabilidades da Segurança da Informação


Prezados Leitores,
Esta matéria é um pouco extensa, mas vale a pena ler. 
Denilson Barbosa ®


Léia Machado 31/05/2010

Um cenário preocupante que combina vulnerabilidades crescentes e diversas, ausência de planejamento das empresas, falta de maior preparo aos desenvolvedores e um grande número de usuários dotados de pouco conhecimento acerca dos riscos a que estão expostos.

Esses são alguns dos principais pontos destacados em evento realizado na última semana pela Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo) com foco no tema Segurança da Informação.

Um dos destaques do encontro foi o relatório Global Security Report 2010, apresentado por Nichollas Percoco, Senior Vice President do SpiderLabs Trustware. O estudo apontou que, em termos de incidentes registrados, a rede hoteleira é o setor mais vulnerável, com 38% das ocorrências, seguida pelos segmentos de serviços financeiros, com 19%, e varejo, com 14,2% .

Já em relação aos testes de penetração, realizados para detectar os riscos externos e internos quanto às invasões de terceiros , o levantamento mostra que as empresas de TI são as mais vulneráveis, com 23,5%. Foram efetuados 1.894 testes, com testadores manuais, de penetração em empresas de 84 países.

“Quem é o responsável pela segurança nas empresas? É importante que saibamos quem tem acesso a essas informações para acompanhar de perto qualquer movimentação. O outsourcing, por exemplo, é responsável por 81% dos problemas de segurança, portanto, se for contratar um serviço de fora, a atenção tem que ser redobrada”, afirma Percoco.

A pesquisa também registrou que, a partir do momento em que esses criminosos conseguem entrar no sistema, eles ficam, em média, 156 dias praticando os mais diversos ataques dentro e através dessas plataformas.

Cenário desatualizado

Analista de segurança do CERT.br, Aritana Falconi ressaltou que há quarenta anos não havia muita preocupação com segurança, e que nos anos 80 os invasores tinham pouco acesso aos sistemas. Já nos anos 90 surgiram os ataques remotos, cavalos de tróia, varreduras, os rootkits e nos anos 2000 aconteceu a explosão dos códigos maliciosos, expressa atualmente pela diversidade e pelo dinamismo de nomes e ferramentas utilizadas pelos criminosos.

Entre as práticas adotadas, o analista destacou a evolução do número de notificações de páginas falsas de bancos, também conhecidas como phishing tradicional, com um aumento de 112% nos incidentes registrados em 2009. No quarto trimestre do ano esse crescimento foi de 40% em relação ao trimestre anterior e de 86% se comparado ao mesmo período de 2008.

O executivo afirmou ainda que a vulnerabilidade das empresas é ampliada em virtude do pouco enfoque em programação segura, além de aspectos como sistema operacional desatualizado e falta de treinamento. “Essa situação tem raiz nos problemas de desenvolvimento de software, e o problema está presente nas empresas e nas universidades que formam os profissionais de desenvolvimento de sistemas”.

Nichollas Percoco reforçou que os criminosos usam as velhas vulnerabilidades com aplicativos antigos, mas que mesmo assim, são muito eficazes. “Como muitos usuários não fazem as atualizações necessárias, os hackers aproveitam essa falha para atacar”, afirma o executivo. “E por outro lado, as empresas estão corrigindo os novos ataques, mas não combatem os antigos que estão em atividade. Podemos perceber isso vendo a variedade de ataques a que somos submetidos todos os dias”.

Mudança de atitude

Patricia Titus, Chief Information Security Officer para a Unisys Systems Federal (EUA), declara que os planos estratégicos podem ser um caminho para deixar os sistemas mais seguros. Em sua opinião, muitos executivos não têm planos concretos e acabam investindo em aquisições que quando colocadas em prática, não se mostram eficientes para o negócio, o que traz prejuízos consideráveis, tanto em termos de custo como de vulnerabilidade.

“Esses gestores vão para eventos de segurança, conhecem uma solução naquele ambiente, gastam milhões com determinada ferramenta e só depois percebem que não era o sistema adequado e simplesmente o descartam. Perdem milhões por falta de planejamento”. Além disso, a executiva afirmou que o princípio da segurança parte da atitude dos próprios usuários em ter responsabilidade no conteúdo acessado.

Falconi complementou esse raciocínio ao frisar a importância da mudança de comportamento dos usuários, especialmente no que diz respeito a não acessar sites ou seguir links recebidos em páginas sobre as quais não se sabe a procedência, assim como também, não executar ou abrir arquivos recebidos por email ou serviços de mensagem instantânea, mesmo que venham de pessoas conhecidas.

O executivo ainda apontou que as práticas de prevenção aliadas a uma boa formação dos profissionais podem melhorar o cenário e tornar o desenvolvimento dos sistemas complexos da atualidade em um processo mais confiável e com um volume menor de vulnerabilidades.

“Mas enquanto esse cenário macro não muda, as empresas precisam investir em reciclagem de seus desenvolvedores, com treinamentos voltados à compreensão do papel da segurança em todo o ciclo de desenvolvimento de software, e não somente na fase final de testes. Com um sistema e aplicativos mais robustos, a participação do usuário na aplicação de boas práticas de segurança fica muito facilitada”

Seu navegador deixa rastros mesmo sem os cookies

Estudo confirma suspeita de especialistas:
não importa o que você faça, seus dados estão desprotegidos.

Mesmo sem os cookies, navegadores populares como o Internet Explorer e o Firefox enviam aos sites informações sobre o usuário em 94% do tempo, concluiu uma pesquisa da EFF (Electronic Frontier Foundtion), depois de reunir dados por alguns meses.

"O estudo apenas confirma o que especialistas já vêm afirmando há algum tempo", disse Peter Eckersley, um dos coordenadores. "As próprias configurações do browser, como plugins, sistema operacional em que está instalado ou fontes utilizadas, podem ser compiladas pelos sites a fim de criar um retrato de cada um de seus usuários".

Leia a matéria na integra

Fonte: IDG NOW

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A era do conhecimento


Acesse: Max Gehringer - CBN a rádio que toca notícia.

Segurança nem sempre custa dinheiro !!!

Você sabia que para proteger as informações de seu computador leva menos de 1 minuto?

Ao se ausentar, experimente pressionar:



quarta-feira, 26 de maio de 2010

Movimento Criança mais Segura na Internet !!!


Videos Educadores e muito mais...
Acesse:  Criança Mais Segura na Internet

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Links Interessantes

CAIS - Centro de atendimento a incidentes de Segurança

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) atua na detecção, resolução e prevenção de incidentes de segurança na rede RNP2 através de seu Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS). Criado em 1997, o CAIS também divulga informações e alertas de segurança e participa de organismos internacionais na área.

Acesse o CAIS e saiba mais.

Denilson Barbosa ®