quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Um Feliz 2010 com muita Persistência !!!



Persistência

A persistência é uma idéia firme e constante de algo que se pretende fazer, mesmo na presença de incômodos ou dificuldades.

A persistência é uma virtude fundamental para o sucesso, pois fortalece a vontade e a atitude das pessoas. Ser persistente não é uma tarefa fácil — é normal encontrar obstáculos e querer desistir. A rotina, o desânimo e o medo das mudanças contribuem para agravar as dificuldades.

Dicas para ser mais Persistente

•Aprender a concentrar-se, ou seja, focalizar a atenção em apenas uma coisa por vez. Quando queremos fazer muitas coisas ao mesmo tempo, prestamos menos atenção a cada uma em particular.

•Criar objetivos de vida; para não esquecer-se dos resultados finais a serem atingidos.

•Assumir a derrota como algo natural e passageiro, fazendo assim com que ela seja muito menos desanimadora.

•Imaginar o seu objetivo cumprido e sentir a emoção da conquista como se ela já tivesse acontecido.

•Nos momentos mais difíceis, procurar relaxar, respirar fundo e fazer outras atividades.
 
Um 2010 com muita persistência e ótimos resultados, é o que desejo à todos !!! 
 
FELIZ ANO NOVO

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Segurança da Informação - Porque investir !!!

Internet e Recursos de Informática (mau uso)



terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Em 2010, redobre os cuidados com o encurtamento de URLs no Twitter



Essa é uma das modalidades de ameaças virtuais que devem ser mais utilizadas por criminosos virtuais, segundo a Symantec.

As tendências para 2010 no que se refere às ameaças virtuais passam pelo aumento no número de ocorrências com softwares fraudulentos, infecção de serviços de encurtamento de URLs - recurso muito utilizado no Twitter para compactar endereços de internet -, spams em serviços de comunicação instantânea em vários idiomas, incluindo o português.

Os perigos digitais também envolvem o que os especialistas chamam de malware especializado, que pode ser entendido como o uso de códigos maliciosos destinados a serviços específicos, como smartphones e caixa eletrônicos.

Esse é o resumo do cenário que a empresa de segurança Symantec projeta para o próximo ano.

Muitas das ameaças já são conhecidas. O que chama atenção da companhia é a sofisticação e a perspectiva de aumento no número de determinadas ocorrências.

"O uso de URLs mascaradas vai crescer, porque envolve uma grande utilização por parte das pessoas. A intenção é enganar o usuário ao fazê-lo pensar que irá acessar determinado site, quando na verdade ele será direcionado para um local infectado", afirma o diretor de engenharia da Symantec, Paulo Vendramini.

"Outra modalidade que merece atenção é o uso de softwares fraudulentos. Nesse caso, os criminosos vendem programas que pretensamente são de segurança, mas que tem o objetivo real de roubar senhas e outros dados do usuário", diz.

"Deve-se observar que há uma especialização no perfil das ameaças. Assim, códigos maliciosos para smartphones também se mostram comuns agora".

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL SEGURO !!!


Algumas dicas para se prevenir e não cair em golpes !!!

01.Realize transações somente em sites de instituições que você considere confiáveis;

02.Procurar sempre digitar em seu browser o endereço desejado; não clique em links em páginas de
terceiros ou recebidos por e-mail;

03.Certifique-se de que o endereço apresentado em seu browser corresponde ao site que você realmente quer acessar, antes de realizar qualquer ação;

04.Certifique-se que o site faz uso de conexão segura (ou seja, que os dados transmitidos entre seu browser e o site serão criptografados) e utiliza um tamanho de chave considerado seguro;

05.Não acesse sites de comércio eletrônico ou Internet Banking através de computadores de terceiros ou em Lan Houses e Cybercafes;

06.Se você tem webcam, desligue-a ao acessar um site de comércio eletrônico ou Internet Banking;

07.Mantenha seu antivírus sempre atualizado; procure usar um produto adequado e conhecido no mercado;

08.Configure seu browser para bloquear janelas pop-up e permiti-las apenas para sites conhecidos e confiáveis, onde forem realmente necessárias;

09.Configure seu programa leitor de e-mails para não abrir arquivos ou executar programas automaticamente;

10.Nunca execute programas obtidos pela Internet ou recebidos por e-mail.

domingo, 13 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Saiba quando é permitido espionar conversas no MSN

Colunista explica quando a prática é legal e quando é criminosa.

Empresas podem monitorar funcionários, desde que avisem antes.
Você pode instalar um programa que espiona o MSN no computador da família? Provavelmente não, mas se você for um pai, você pode sim espionar as conversas do seu filho. Empresas também podem inspecionar as conversas dos funcionários – desde que haja um aviso prévio sobre a prática. Mas nem pense em monitorar seu/sua parceiro(a) ou seus amigos: advogados especializados dizem que isso é ilegal e a prática pode até ser considerada criminosa. Saiba quando você pode e não pode monitorar as conversas de alguém no MSN (e outros comunicadores) na coluna Segurança para o PC de hoje.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

Se você está na conversa, tudo bem. Os advogados especializados em direito digital Omar Kaminski e Laine Moraes Souza concordam: se você está participando na conversa, pode gravá-la, mesmo sem autorização judicial. Nem é preciso avisar os outros participantes. Esse entendimento já foi inclusive dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou prova lícita a gravação de uma conversa realizada por um dos participantes sem autorização ou aviso aos demais.

Embora alguns telefones celulares bipem durante a gravação de conversa para alertar a outra pessoa de que a conversa está sendo gravada, não há necessidade disso na legislação brasileira. “Foi um acordo firmado entre as empresas fabricantes que colocassem este barulhinho para avisar da gravação. A conversa, no entanto, pode ser gravada sem nenhum problema”, explica Laine. O que não pode, segundo ela, é pedir que um terceiro, não relacionado com a conversa, realize a gravação.

Segundo os advogados, a mesma lógica deve valer na internet. Se você está na conversa, tudo bem. Mas e se você não faz parte da conversa? Aí, depende

Empresas podem monitorar, desde que comunicado com antecedência
A advogada Laine Souza explica: “para que a empresa possa monitorar seus funcionários, deve possuir uma política clara de segurança da informação e colher a assinatura de todos os funcionários, demonstrando que conhecem e concordam com esta política. Caso o funcionário não concorde ou não respeite a política, ele pode ser demitido por justa causa”.

Em outras palavras, o funcionário precisa estar ciente de que está sendo monitorado. De fato, há softwares de monitoramento que funcionam em larga escala para serem usados em empresas. Um deles é o Trevio, desenvolvido pela empresa de segurança gaúcha Interage, que, segundo dados da empresa, monitora cerca de 3 mil PCs e 15 mil usuários

Para Ricardo Roese, diretor-executivo da Interage, há motivos para monitorar funcionários em empresas. “Pesquisas denunciam que, hoje, de 30% a 40 % do tempo de um profissional é gasto na internet para uso pessoal. Outro fato relevante é a dispersão. Como um profissional vai se concentrar se a cada três minutos o alerta sonoro ou a janela do MSN invade o trabalho?” Ele conta que, em um caso, o software identificou um funcionário que passava até seis horas por dia em bate-papo, conversando com 1.200 contatos.

Também relevante é o vazamento de informações sensíveis, como projetos, negociações e listas de clientes. Roese conta que já conseguiu identificar “grandes projetos de calçados e sandálias sendo enviados a concorrentes”.

Para o advogado Omar Kaminski, os empregados têm cada vez menos expectativa de privacidade no ambiente de trabalho. “A jurisprudência já é pacífica no sentido de consentir o monitoramento, e a grande questão é se há possibilidade de monitorar também as conversas pessoais, não relacionadas com o trabalho. Porém, como irá monitorar o acesso no smartphone do empregado, por exemplo?" questiona o advogado.

Roese informa que o próprio software pode auxiliar a tarefa de avisar. “Você pode configurar uma mensagem de alerta como: 'evite abusos. Conversa controlada e monitorada.’” Para ele, as empresas têm todo direito de realizar a monitoração. “O computador e o link de comunicação [internet] são recursos da empresa. Logo, deveriam ser bem utilizados. E o que vemos é a proliferação de vírus e o vazamento de informações confidenciais através do MSN”.

Pais podem monitorar os filhos menores de idade
Como os pais são responsabilizados pelas ações dos filhos, é obrigação deles saber o que a criança faz na internet. “O pai tem direito de fiscalizar o que o seu filho faz. É até obrigação dele, previsto no ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]”, informa a advogada Laine Souza.
Executivo de uma empresa que vende soluções de monitoramento, Ricardo Roese também é pai. Para ele, é importante falar com os filhos sobre o assunto. “No ambiente doméstico, acredito que uma boa conversa expondo os riscos da internet com seus filhos seja bastante produtiva. Eu particularmente negociei com minha filha de 10 anos o seguinte: você me indica a relação de amiguinhos [contatos] para serem cadastrados no Trevio, e o papai não monitora suas conversas, ok? Negócio fechado”, conta

Pode monitorar o computador da família ou do parceiro?
Laine Souza resume: “o monitoramento de pessoas maiores e capazes somente é permitido quando a pessoa monitorada tiver conhecimento desta situação e der anuência para que ela ocorra. Assim, o computador familiar pode ser monitorado, desde que todos os membros da família saibam disso”

Sendo assim, não se pode monitorar o computador da namorada, do marido ou do irmão. Se um computador for de uso exclusivo seu e ninguém mais deveria estar utilizando-o, aí sim você pode monitorá-lo. Mas, se você sabe que outra pessoa possa vir a utilizar o computador, com o seu consentimento, a pessoa deve ser avisada a respeito da existência do monitoramento.

Caso contrário, o juiz provavelmente não aceitará a prova obtida, e o monitoramento terá sido realizado em vão. Ou pior: a pessoa ilegalmente monitorada pode entrar com ação na Justiça para pedir indenização. Para Omar Kaminski, “a regra é a necessidade de autorização judicial”. De acordo com ele, as partes precisam tomar cuidado extra, porque a interceptação de comunicações pode configurar crime previsto no artigo 10 da lei 9.296 de 1996, que possui uma pena de dois a quatro anos de prisão e multa.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Estudo revela que 25% dos funcionários roubariam dados corporativos



Por PC Advisor/Reino Unido

Publicada em 24 de novembro de 2009 às 16h23
Fonte: IDG NOW

Pesquisa realizada pela Cyber-Ark aponta que 40% dos entrevistados já pegaram informações corporativas; pen drive é o meio preferido.

Um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da Cyber-Ark Software.

O estudo da empresa também revelou que quatro em cada dez trabalhadores já pegaram dados da companhia, e que o meio preferido de transportar informações é por meio de memória flash USB.

A Cyber-Ark também disse que 26% dos que responderam à pesquisa roubariam dados se fossem despedidos, enquanto 24% pegariam informações se ouvissem rumores de que o emprego está em risco. Dos que admitem que roubariam dados, 28% usariam as informações para negociar uma nova posição.

Quase um quarto dos entrevistados disse que roubariam detalhes de contatos de consumidores, enquanto 11% pegariam senhas.

“Não há desculpa para os trabalhadores que estão dispostos a comprometer a sua ética para salvar o trabalho, mas grande parte da responsabilidade de proteger dados de clientes é do empregador”, disse o vice-presidente de produtos e estratégia da Cyber-Ark, Adam Bosnian.

“As organizações devem se preocupar em fazer melhorias no modo como monitoram e controlam acesso a banco de dados, redes e sistemas – mesmo aquelas onde só usuários privilegiados têm acesso.“

(Carrie-Ann Skinner)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Segurança na Internet


Segurança na Internet é um assunto que vem merecendo cada vez mais atenção do público em geral uma vez que hoje em dia, atacar e invadir computadores pessoais conectados na rede mundial não é apenas peraltice de adolescente "rebelde sem causa" mas também ação organizada de quadrilhas de fraudadores e estelionatários. Não raro, a mídia tem noticiado casos de internautas que foram lesados porque estas quadrilhas obtiveram acesso às suas senhas bancárias ou números de cartões de crédito, dentre outros.

A melhor proteção é a prevenção e prevenção se consegue com informação. É claro que não se pode pretender que usuários da Internet se tornem especialistas em segurança de redes, mas adquirir um conhecimento básico que permita atingir um nível de proteção adequada é plenamente exequível.

Para aprender a se defender das ameaças existentes na "grande rede", recomendo a leitura da Cartilha de Segurança para Internet elaborada pelo NBSO, que está disponível em http://www.nbso.nic.br/docs/cartilha/. Trata-de de um documento que, conforme nele descrito, procura enumerar, explicar e fornecer um guia para uma série de procedimentos que visam aumentar a segurança de um computador e de posturas que um usuário pode adotar para garantir sua segurança na Internet.

Se você não usa a Internet para transações comerciais ou bancárias, nem guarda informações importantes e/ou sigilosas em seu computador, não pense que você está livre de se preocupar com segurança, pois o seu computador pode ser invadido e, o que é pior, ser utilizado para ações maliciosas contra terceiros sem seu conhecimento.

Para quem não conhece o NBSO, ele é o Grupo de Resposta a Incidentes para a Internet brasileira, mantido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por receber, analisar e responder a incidentes de segurança em computadores, envolvendo redes conectadas à Internet brasileira. Mais informações podem ser obtidas em http://www.nbso.nic.br/.

Leia e divulgue: http://www.nbso.nic.br/docs/cartilha/

sábado, 14 de novembro de 2009

O que você precisa saber sobre segurança nas redes sociais

Por Rodrigo Afonso, da Computerworld

Você se sente seguro ao navegar por sites de mídia social?
Caso tenha respondido que não, saiba que não está sozinho.

Você ou alguém dentro de sua empresa participa de redes sociais e as acessa por meio da infraestrutura de tecnologia da informação do trabalho? Sente-se seguro com esse tipo de acesso? Se você disse que não, saiba que não está sozinho.

De acordo com pesquisa da empresa de segurança Sophos, divulgada no começo de maio, 63% das corporações do mundo têm medo de que as comunidades de web 2.0 tragam riscos de segurança às infraestruturas corporativas.

Apesar disso, boa parte das companhias permite acesso total a ferramentas colaborativas. A análise mostra que 43% delas dão possibilidade de uso do Facebook, 50% do Twitter, 49% do MySpace e 52% do LinkedIn.

Para o vice-presidente para a América Latina e o Caribe da empresa de segurança Kaspersky, Alejandro Stetson, os usuários confiam demais nos conteúdos que visualizam nessas redes e não tomam cuidados básicos. “Mesmo em comunidades mais específicas, como o LinkedIn, a atenção deve ser redobrada. Os profissionais de tecnologia da informação têm toda razão em se preocupar com acessos a esse tipo de site”, afirma.

Links

As ameaças podem vir das mais diversas fontes, desde ataques gerais, com links para códigos maliciosos, até ações mais direcionadas, voltadas a atingir determinadas empresas. É importante ter em mente que os criminosos estão cada vez mais sofisticados e especializados em enganar funcionários com mensagens aparentemente inofensivas e até por meio de engenharia social.

Outro exemplo dos males que as redes podem trazer é o Twitter. A ferramenta passou por uma situação que expôs todo o seu risco. Um cracker explorou uma vulnerabilidade na ferramenta para rodar uma aplicação em Java Script que infectava o perfil e o computador de quem os acessava. “Com isso, o usuário ficava exposto ao sequestro de browser, podendo receber arquivos maliciosos e, por consequência, colocar o ambiente corporativo sob grande risco”, relata Gabriel Menegatti, diretor de tecnologia da empresa de segurança F-Secure.

Diante disso, o departamento de tecnologia pode ter duas atitudes: bloquear o acesso às ferramentas ou utilizar meios de proteger a infraestrutura da empresa com ações de conscientização e monitoramento constante da rede. Em ambientes em que as redes sociais são importantes para o trabalho, o bloqueio não é uma opção. Resta seguir à risca as melhores práticas da segurança corporativa e implantar uma cultura entre os usuários.

Gerenciamento

Para Denny Roger, especialista em segurança da empresa da área Safenet, não dá para prescindir de um bom gerenciamento de antivírus, firewall e outras soluções que evitam a entrada de malwares na empresa. “O que deveria ser feito com mais constância e que poucas empresas fazem é um processo diário de análise das vulnerabilidades e dos riscos e como esses elementos podem afetar a infraestrutura da corporação”, afirma.

Disseminar a cultura de segurança é algo um pouco mais complexo, já que não depende de técnicos e sim de ações educativas constantes. Segundo Marcos Prado, gerente de canais da Websense, a melhor forma de começar não é necessariamente falando de riscos técnicos, mas divulgando as maneiras mais seguras de se transmitir informações. “A abordagem de segurança das companhias deve estar cada vez menos centrada em detalhes de infraestrutura e mais concentrada em um tratamento adequado das informações”, atesta.

Fonte:
http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/09/18/o-que-voce-precisa-saber-sobre-seguranca-nas-redes-sociais/